• A escolha

    by  • 3 de Janeiro de 2012 • 0 Comments

    “Com o galego e o português acontece que se quiseres ver duas línguas diferentes podes ver duas línguas diferentes, mas se quiseres ver umha única língua podes ver umha única língua”. Com esta frase, há já vários anos, um bom amigo meu conseguiu sintetizar o cerne do conflito que existe na Galiza a respeito da padronizaçom [...]

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    Venham mais 30

    by  • 20 de Novembro de 2011 • 0 Comments

    Há trinta Outonos, em 1981, nascia a organizaçom mais representativa disso que se deu em chamar reintegracionismo. Constituía-se a Associaçom Galega da Língua, mais conhecida polo seu acrónimo: a AGAL. Pouco depois, e por vez primeira, da Associaçom impulsava-se umha proposta sistematizada e completa de como devia ser grafada a nossa língua.

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    Querer é poder. Poder e querer

    by  • 10 de Novembro de 2011 • 0 Comments

    Tenho a casa cheia de jornais com o cabeçalho cor-de-laranja que falam do passado. Do que já foi. Papéis escritos para ser lidos —’como todos’, digo eu—, mas estes estám escritos dum jeito especial. Redigidos desde a incerteza de nom conhecer realmente quem será, ou melhor dito quem foi, o seu destinatário. Textos trabalhados sem saber se chegariam a aportar ou se naufragariam no mar do esquecimento. Para onde vam as notícias escritas que nunca fôrom ou serám lidas?

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    I + U + i

    by  • 5 de Novembro de 2011 • 0 Comments

    Desde há vários meses levo utilizando em muitas conversas privadas o termo I + U, isto é Identidade e Utilidade para argumentar a via reintegracionista no processo de recuperaçom e impulso da nossa língua. O termo, como bem se pode observar sem sermos muito agudos, é um decalque do I + D, Investigaçom e Desenvolvimento, que utilizam os economistas e com o qual quase todo o pessoal está familiarizado atualmente. Voltando ao rego da língua, nas últimas semanas tenhem-se encetado vários debates que dum ou doutro jeito envolvem algumha destas esferas. Por que… qual é a autêntica identidade da nossa língua? qual é a sua verdadeira utilidade? Semelha este um debate imenso e do que se tem escrito/falado já muito, do que se continua a escrever/falar e do que com certeza ainda se escreverá/falará ainda muito mais.

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